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Terça-feira, 20 de Outubro de 2009

B.I DO CAGÁDO- MEDITERRÂNICO

 

 

Figura 1 – Cágado-mediterrânico no Fluviário de Mora, por Paulo Juntas.
 
Nome comum: Cágado-mediterrânico, Cágado-do-mediterrâneo, Cágado, Cágado-de-pescoço-listrado.
 
Nome científico:Mauremys leprosa (Schweigger, 1812)
 
Nome de família:O cágado-mediterrânico é um réptil que pertence à família Emydidae, que engloba várias espécies de tartarugas que vivem em habitats terrestres, estuarinos, mas principalmente de água doce (dulciaquícolas). Muitas das espécies que pertencem a esta família são semi-aquáticas, e por isso, as suas patas possuem dedos bem delineados com garras - adapatação ao meio terrestre - mas também possuem membranas interdigitais mais ou menos desenvolvidas – adaptação ao meio aquático. Estudos recentes propõem uma alteração do nome de família de Emydidae para Geoemydidae.
 
Grau de parentesco:Todas as tartarugas possuem uma linhagem com mais de 200 milhões de anos, de acordo com os registos fósseis. Os antepassados mais antigos de que há registo são a Odontochelys – 220 milhões de anos - e a Proganochelys – com 210 milhões de anos, o que faz com que as tartarugas sejam mais antigas do que os crocodilos, cobras, lagartos, aves e mamíferos, pois as tartarugas surgiram na época dos primeiros dinossauros.
 

 

Figura 2 – a) Odontochelys por Arthur Weasley. b) Proganochelys por Claire Houck no American Museum of Natural History.

 
Porte:Raros são os cágados que não atingem cerca de 10cm de carapaça, sendo frequente medirem cerca de 18 - 25cm de carapaça. Existem, no entanto, registos de cágados de maiores dimensões, até cerca de 30cm de carapaça. Mas uma tartaruga verdadeiramente gigante viveu aproximadamente à 70 milhões de anos atrás, a Archelon.
 

 

Figura 3 Fóssil da Archelon por Frederic A. Lucas.

 
Nacionalidade:O cágado-mediterrânico apresenta uma distribuição geográfica pela Península Ibérica, alguns locais do Sul de França e Noroeste de África. Em Portugal, esta espécie apresenta uma distribuição praticamente contínua a Sul do rio Tejo, distribuindo-se ainda pelas zonas interiores do Norte e centro do país. Em geral, o cágado-mediterrânico apresenta uma distribuição geográfica distinta do cágado-de-carapaça-estriada (Emys orbicularis), embora viva em simpatria com essa espécie na Península Ibérica e Norte de África.
 
Morada:Os cágados são répteis semi-aquáticos, perfeitamente adaptados a diferentes habitats e por isso, é possível encontrá-los em ribeiras de montanha de fundo rochoso, ribeiros e charcos temporários, cursos de água de fundo arenoso ou lodoso, lagoas e tanques, entre outros. Quando as condições são excepcionalmente favoráveis podem mesmo ser encontrados em habitats estuarinos. Admiravelmente, muitos cágados conseguem habitar cursos de água em que os níveis de poluição já são elevados.
 
Apesar de poderem viver nesta grande variedade de habitats, preferem cursos de água de corrente lenta (sistemas de regime lêntico), com vegetação aquática e ribeirinha, em locais com elevada exposição solar. De facto, o bem-estar destes animais aumenta significativamente se tiverem à sua disposição locais de sombreamento (aquático e terrestre) e locais de exposição solar (aquático e terrestre), pois dessa forma podem controlar com maior eficiência a sua temperatura corporal, refrescando-se nos locais de sombra ou aquecendo-se nos locais exposto ao sol.
 
A exposição solar é de extrema importância para os cágados, pois melhora a digestão, reduz o crescimento de algas e fungos e promove a síntese de vitamina D, entre outros benefícios.
 
Percepção sensorial:Todos os sentidos das tartarugas em geral, encontram-se bem desenvolvidos, permitindo-lhes encontrar e capturar alimento, e também evitar predadores. Ao aperceberem-se de um sinal de perigo, a reacção mais comum de um cágado, é recolher a cabeça e patas para dentro da carapaça, e assim permanecerem durante algum tempo. Por vezes, quando recolhem a cabeça para dentro da carapaça emitem um som semelhante ao dos gatos quando se sentem ameaçados, o chamado bufar. Outra das estratégias dos cágados perante uma ameaça, é a fuga para a água.
 
Perante este leque de reacções de defesa, é natural que esta espécie tenha desenvolvido técnicas de aprendizagem para distinguir uma ameaça de uma não-ameaça. A audição de um cágado é suficientemente apurada para distinguir a voz de alguém que habitualmente o alimenta, por exemplo, da voz de alguém estranho. Ao reconhecer um som de não-ameaça, um cágado geralmente estica o pescoço na direcção do som em sinal de curiosidade e reconhecimento. Para além de sons, também conseguem sentir vibrações e diferenças de pressão na água, o que os pode alertar de um possível predador ou presa. Os olhos de um cágado são anatomicamente semelhantes aos das aves e dos mamíferos, permitindo-hes reconhecer diferentes formas, e aparentemente, diferentes cores, apesar desta capacidade ainda não ter sido comprovada.
 
A comunicação química do cágado-mediterrânico tem sido estudada, de forma a perceber se reconhecem os sinais químicos uns dos outros e, de que forma esse reconhecimento afecta o seu comportamento. Os resultados desses estudos revelam que fora da época de acasalamento, tanto machos como fêmeas, evitam águas com sinais químicos de elementos do sexo oposto. Durante a época de acasalamento, os machos apresentam preferência por águas com sinais químicos das fêmeas. Já as fêmeas, durante a época de acasalamento, mostram preferência por águas com sinais químicos de outras fêmeas.
 
Género:O cágado é um nome masculino, mas existem cágados macho e cágados fêmea. É possível distinguir entre macho e fêmea desta espécie, observando a região ventral da carapaça. Se essa zona for côncava, trata-se de um macho, mas se for direita ou convexa estaremos perante uma fêmea. Geralmente, também nos machos a cloaca está mais próxima da ponta da cauda, enquanto que nas fêmeas está mais afastada da ponta da cauda. Também é frequente as fêmeas apresentarem maiores dimensões que os machos. A idade da primeira maturação dos cágados é aos seis anos.
 
Filiação e Nascimento:A época de acasalamento do cágado ocorre principalmente na Primavera, embora existam registos de acasalamentos no Outono. Para a consumação da cópula, o macho coloca-se sobre a carapaça da fêmea, abocanhando o pescoço. Embora o acasalamento ocorra preferencialmente na água, pode ter lugar em terra.
Após a fecundação, a fêmea escava um pequeno fosso com cerca de 15cm de profundidade num local arenoso fora de água, que cobre de terra após aí ter efectuado a postura. A escolha do local de postura por parte da fêmea, poderá ser de alguma importância para o desenvolvimento e sobrevivência da sua descendência. Se o local possuir areia demasiado compactada, os cágados recém-nascidos poderão ter alguma dificuldade em desenterrar-se. A postura desta espécie pode compreender de 2 a 20 ovos, que serão incubados durante cerca de 30 a 80 dias, dependendo das condições de temperatura e humidade relativa. Desta forma, o local deverá ter exposição solar e estar na proximidade de água, como a margem de uma ribeira ou charco. A inclinação das margens do curso de água próximo, são um factor muito importante para os cágados recém-nascidos, pois condicionam o seu acesso à água e o regresso à terra. A água é um dos principais locais de fuga quando esta espécie se sente ameaçada, o que faz com que este elemento desempenhe um papel vital para a sobrevivência desta espécie logo desde tenra idade. Os recém-nascidos medem, em média, 30 mm de comprimento, e logo à nascença já são indivíduos independentes, com os sentidos funcionais e mobilidade bem desenvolvida. Como jovens independentes que são, começam activamente a procurar alimento.
Os cágados possuem um regime alimentar carnívoro, à base de moluscos, crustáceos e insectos aquáticos, peixes, anfíbios e pequenos mamíferos. Também podem alimentar-se de vegetação aquática, e na falta de presas poderá ser necrófago ou coprófago.
Os jovens cágados necessitam de um elemento fundamental na composição da sua dieta, de modo a não apresentarem problemas de desenvolvimento. Esse elemento é o cálcio, que encontram profusamente na parte da dieta que envolve moluscos e crustáceos. Para completar o metabolismo do cálcio e síntese de vitamina D, os cágados tomam de banhos de sol. Para os jovens cágados, é durante esses banhos de sol, tão necessários ao seu crescimento e desenvolvimento, que estão mais susceptíveis à acção de predadores como cegonhas, garças, aves de rapina e mamíferos. Também porque os jovens cágados possuem cores mais vívidas do que as dos adultos, tornando-os mais visíveis para os predadores.
 
Idade:Possuem uma elevada longevidade, que pode ultrapassar os 35 anos. É possível determinar a idade de uma tartaruga terrestre através da análise dos anéis presentes nas placas da sua carapaça. O mesmo já não é inteiramente fiável para tartarugas aquáticas e semi-aquáticas, como os cágados. Isto deve-se ao facto, de os cágados à medida que crescem libertarem a camada superficial das placas da carapaça, como se fosse uma folha fina, que naturalmente se desprendem, deixando visível uma placa com revestimento novo na carapaça.
 
Certidão de óbito: O bem-estar do cágado-mediterrânico está intimamente relacionado com a integridade do seu habitat, e é por isso que as alterações e destruição dos cursos de água, são dos principais factores de ameaça à sobrevivência desta espécie. Nas alterações e destruição dos cursos de água estão incluídas a drenagem e aterro de zonas húmidas para aproveitamento agrícola e urbanístico, a destruição da vegetação ripícola que leva à redução das condições de abrigo e alimentação, a regularização de sistemas hídricos nomeadamente através da transformação dos cursos de água em valas artificiais. É possível referir ainda a sobre-exploração dos recursos hídricos e a extracção de materiais inertes, que se torna particularmente grave durante as épocas de postura para esta espécie. Apesar desta espécie tolerar alguns níveis de poluição, o habitat de que depende não os tolera indefinidamente. Desta forma a utilização de pesticidas e fertilizantes torna-se um factor crítico na eutrofização dos cursos de água, que provoca por sua vez conduzem a mortalidades de espécies de que o cágado se alimenta, e coma inevitável repercussão da toxicidade que é inerente a estes químicos a afectar a sobrevivência da espécie (ex: eventualmente, afectando a fecundidade). A introdução de espécies exóticas, tanto animais como vegetais, vão originar alterações nos ecossistemas aquáticos, que a nível da cadeia alimentar, introdução de doenças, ou na qualidade da água (ex: jacinto-de-água).
 
Outro dos factores que ameaça a sobrevivência do cágado-mediterrânico, é a captura ilegal destes animais para fins gastronómicos, fabrico de objectos ornamentais e para animais de estimação.
 
Mais uma vez, é de referir as mortalidades devido às “redes fantasma” nos rios, redes de pesca, sacos de plástico, fios, cordas e muito outro lixo, e são causa de morte por afogamento, e também por obstrução do tracto digestivo. Principalmente, os sacos de plástico a flutuar na água podem ser confundidos com uma presa.
 
Crenças:Tratam-se de ditos populares que por traçarem aspectos negativos sobre o cágado-mediterrânico, que não correspondem à verdade, promovem a perseguição humana a estes animais e crueldade:
 
. “Comem todo o peixe dos rios” – o cágado-mediterrânico é um carnívoro e não se alimenta exclusivamente de peixe, possuindo uma dieta bastante variada.
 
. “Deitam um cheiro que afugenta os peixes” – de facto, quando os cágados se sentem ameaçados ou são molestados, expelem um líquido de odor desagradável pela cloaca. É mais provável que o cheiro desencoraje o molestador do que “afugentar o peixe”.
  
. “Tem a carapaça dura como pedra” – Na realidade a carapaça dos cágados e tartarugas aquáticas e semi-aquáticas é mais frágil do que a das tartarugas terrestres, e um ferimento na carapaça carece de tratamento veterinário. Desta forma, é necessário cuidado ao manusear os cágados. Geralmente, um animal ao ser erguido no ar debate-se, e para evitar os ferimentos de quem manuseia e queda do animal pode ter-se em consideração algumas técnicas. Por exemplo no caso do cágado, colocar uma mão no ventre do animal e segurá-lo com a outra na posição horizontal; ou envolver o animal numa toalha e depois então pegar nele; também para manuseios mais rápidos, é possível virar o cágado de “barriga” para cima, e colocá-lo imediatamente na caixa de transporte ou recipiente de volta à posição natural.
 
. “Mãe!!! O cágado morreu!!” – É possível, se já for um animal muito idoso. De qualquer forma, se esta “mortalidade” ocorrer durante os meses de Inverno, é de ter atenção. Durante os meses frios, os cágados e algumas tartarugas, hibernam. Durante a hibernação, os sinais vitais são mais fracos, o animal não come e por isso aparenta estar morto. Neste caso é deixar o animal num local seguro e sossegado, em condições de escuridão, e na natureza, não o perturbar. A partir de Outubro – Novembro, os cágados procuram os seus refúgios invernais para dar início à hibernação. O período de hibernação dura até Fevereiro – Março. Também é possível que com as condições propícias de luz, temperatura, entre outras, que o cágado não hiberne, como é o caso de algumas situações observadas no sul da Península Ibérica.
 
. “Cágado ou Tartaruga?” – Designam-se por cágados, as tartarugas de hábitos semi-aquáticos com a carapaça mais achatada do que outras tartarugas.
 
Habilitações:O cágado, com o seu aspecto pouco atraente, é um especialista em humildade. De facto, sob aquela carapaça de aspecto modesto, esconde-se um animal com uma linhagem antiquíssima, com uma grande capacidade de adaptação a ambientes de condições variadas, e que sabe viver com o meio que o rodeia.

 

Cágados Famosos: Os cágados e tartarugas são personagens míticas dos contos infantis e do cinema, aqui são relembrados alguns:

 
. O cágado e a lebre – Fábula de Esopo, sobre uma lebre veloz que desafia um cágado vagaroso para uma corrida.
 
 
. Morla, o ancião – Filme “História Interminável”. O herói desta história, de seu nome Atreyu, vai pedir conselho a este sábio ancião, sobre a localização do Oráculo.
 
 
. Verne, o líder – Filme de animação “Pular a cerca”. Esta tartaruga simpática, é o líder de um grupo de animais que incluí uma doninha, uma família de ouriços, um esquilo, entre outros, e todos eles hibernam. Mas ao acordarem da hibernação, deparam-se com algo que não existia na sua floresta antes desses meses de sono profundo…uma sebe!!

 

 

Simbologia:Os cágados e tartarugas, tal como a maioria dos animais associados à água, simbolizam a Lua, a água e a energia feminina. Na China, estes animais são símbolos da sabedoria e da longevidade. Em África, simbolizam a chuva e os espíritos da água. Para os índios norte-americanos, simbolizam a perseverança, a força vital e a Mãe-Terra. De alguma forma, várias civilizações um pouco por todo o mundo, consideraram em algum período da sua história, usaram adornos com o símbolo da tartaruga e cágado, como forma de sorte, protecção e vida longa.
 
Lenda:
 
Contam os índios Delaware, que as tartarugas e cágados são a Terra, a Vida.
 
Dizem que no início dos tempos, só havia a tartaruga. Foi a tartaruga que com os seus poderes criou todas as coisas da Terra e a própria terra.
 
Na carapaça da tartaruga, nasceu uma árvore, e foi dos ramos dessa árvore que nasceram os primeiros homens.
 
Muitos anos depois, houve um grande dilúvio, e contam os Delaware, que esses homens só sobreviveram, porque subiram para a carapaça de uma enorme tartaruga. Contam também que essa tartaruga já devia ser muito antiga, pois a carapaça estava coberta de musgos e vida.
 
Frank G. Speck’s "Delaware Big House Ceremony (1931)”
 
Ana Caramujo Marcelino Canas
Bióloga Marinha do Fluviário de Mora
 
 
Fluviário de Mora
Educação – Falas do Rio
Joaninha Duarte
Medrar na Ribeira Raia
 
Adaptado de:
A colecção BILHETES DE IDENTIDADE, de acordo com ideia original da Prof.ª Doutora Ana Paula Guimarães.
 
O conceito dos BI’s dos Animais foi-me apresentado pela Mestre Joaninha Duarte, a quem agradeço muito, devo a amizade e com quem partilho muitos momentos felizes.
                                                                                  Ana     
 
Bibliografia consultada:
Mathews, L. H., Carrington, R., Boorer, M., Oates, J. F., Scott, P., Neves, C. M. L. B., Vasconcelos, M. S., Animais da Terra – dos Pólos ao Equador, Selecções do Reader’s Digest, 2ª edição, Lisboa, 1975, p. 427
 
Araújo. P. R., Conhecer…os cágados, Antunes & Almícar, ICN, 1997, p. 6
 
J. M. Pargana, O.S. Paulo, E. G. Crespo, Anfíbios e Répteis do Parque Natural da Serra de S. Mamede, Parque Natural de S. Mamede/ICN, 2ª edição, Portalegre, 1998, p. 101
 
Bateman, G., Animais de todo o Mundo – Répteis e Anfíbios, Círculo de Leitores, Lda, Equinox – Oxford Ltd., 1986, p. 146
 
Sites consultados:
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fotografia e Imagem:
Paulo Juntas
in
 
Arthur Weasley
in
http://en.wikipedia.org/wiki/File:Odontochelys_BW.jpg
 
Claire Houck
In
 
Frederic A. Lucas
in
http://en.wikipedia.org/wiki/File:Archelon_skeleton.jpg
 
 
 
 

 

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publicado por verdinho_naturezabrincalhona às 15:00
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